ANTIDEPRESSIVOS: OS INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA COMO PRINCIPAL DROGA DE ESCOLHA
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Data
2025
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Resumo
O transtorno depressivo é um transtorno mental comum, que envolve um humor deprimido ou
perda de prazer e interesse em atividades por longos períodos, se diferenciando assim, das
mudanças regulares de humor e sentimentos sobre a vida cotidiana. A depressão pode acontecer
com qualquer pessoa e afetar todos os aspectos da vida do ser humano, incluindo
relacionamentos com familiares, amigos e comunidade. Apresenta incidência grande e
crescente, sendo que aproximadamente 280 milhões de pessoas no mundo têm depressão, sendo
mais comum entre as mulheres do que entre os homens. Em razão da relevância do tema, o
presente estudo teve como objetivo geral evidenciar, por meio de um estudo de revisão
bibliográfica, os efeitos do uso dos Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS)
em indivíduos com quadros de depressão no cenário atual. Para tanto, foi realizada uma busca
por estudos que abordavam o tema, nas seguintes bases de dados online: Medline, SciELO,
Elsevier e Google Acadêmico, sendo selecionados textos completos nos idiomas português e
inglês, publicados entre 2014 a 2024, disponíveis de forma gratuita. Para realizar as buscas nas
bases de dados, os descritores utilizados foram: “antidepressivos”, “inibidores seletivos da
recaptação de serotonina” e “depressão”. Os resultados encontrados indicaram que os inibidores
seletivos da recaptação da serotonina são um tratamento comum de primeira linha para alguns
transtornos psiquiátricos, incluindo depressão e ansiedade. Embora sejam geralmente bem
tolerados, os ISRSs têm efeitos adversos conhecidos, incluindo interferência na capacidade
motora do usuário, interrupção do sono e problemas gastrointestinais. Foi visto também que
cada tipo diferente de depressão pode responder melhor a certo tipo de tratamento
farmacológico. Apesar de uma variedade de modalidades de tratamento, os transtornos
depressivos continuam difíceis de gerenciar, em decorrência de muitos fatores, incluindo taxas
de recaída relativamente altas, durante o tratamento e perfis de efeitos colaterais desfavoráveis
dos medicamentos disponíveis. Em última análise, apesar da sabida tecnologia mais refinada,
ao prescrever ISRSs a qualquer paciente, uma análise de risco-benefício deve levar em
consideração os potenciais efeitos do tratamento, efeitos adversos e perigos da doença a ser
tratada.
Palavras chave: Depressão. Inibidores seletivos da recaptação da serotonina. ISRS.
Tratamento farmacológico.